Menos de uma semana fora foi o suficiente para minha filha voltar para casa achando que é suuuuuper normal gritar comigo, cuspir a comida e até forçar o vômito para não ter de comer.
Resolvi compartilhar (estúpida) a atitude negativa da pequena com o pai dela na frente dela esperando que ele mostrasse reprovação e ajudasse a faze-la compreender que estava fazendo algo errado. Ele ficou tão feliz com a "esperteza" da filha, riu, sorriu e só faltou dar um tapinha nas costas dela como que dizendo "é isso aí, filhota! muito bem!".
Can i get away with murder?
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2 comentários:
oh ka...como deve ser dificil educá-la nesses termos. é revoltante quando um pai ou mãe não procura ser pai e mãe mas sim amigo de escola. dá sempre mau resultado, né?
força aí e não, não julgo que consigas safar-te c "murder" mas percebo a vontade.
Valeu... sempre bom saber que não estou completamente louca! Hehehe! Beijocas.
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