Acho que não existe nada mais complicado na minha vida hoje do que esta questão.
Eu entendo que toda criança precisa de parâmetros, limites, ouvir não, tomar bronca quando manda mal... mas não quero ser um bicho papão e castradora então também sou a favor do colo, do mimo ocasional, da conversa, dos acordos, do ceder a um capricho ou outro... Mas quero equilíbrio!
Lá do outro lado... as coisas são diferentes e no final fica uma baita confusão... pra ela, pra mim... mas o pior é pensar que na cabeça dela nada faz muito sentido e que não existem linhas certas ou direções, posturas, comportamentos que ela consiga entender como "certos ou errados".
Se eu tento conversar com ele ouço: ok, está bem, certo... etc... mas nada muda. Quero que ela tenha uma base sólida. E que como pais possamos conversar e chegar em acordos tb. Quero não ter de ser a representação do não na vida dela para tudo pq tb quero dizer sim de vez em quando, mas ela vem com tantos sims pra tudo que se eu não der uns nãos a coisa desanda de vez! E me vejo cada vez mais não, mais dura, mais limitadora. Não consigo o equilíbrio que eu quero expressar pq ela vem pendendo para o permissivo e o vale-tudo...
Assinar:
Postar comentários (Atom)
2 comentários:
Como sabes percebo-te bem, como filha não como mãe. E parece-me que na maioria das vezes é a mãe a figura do não, o que devia ser analisado. Beijos
Acho que nem é por ser mãe ou pai, mas uma pessoa nestes casos acaba por se tornar @ responsável e @ outr@... curte! Hehehe! No meu caso ele talvez pense que a responsabilidade se resume à pensão que ele envia mensalmente. Vai saber?!
Postar um comentário