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Quando é verdadeira, quando nasce da necessidade de dizer, a voz humana não encontra quem a detenha. Se lhe negam a boca, ela fala pelas mãos, ou pelos olhos, ou pelos poros, ou por onde for. Porque todos, todos, temos algo a dizer aos outros, alguma coisa, alguma palavra que merece ser celebrada ou perdoada pelos demais. Galeano, E. O livro dos abraços
2 comentários:
ufa.. Ainda bem! Dá-lhe com laranjas e kiwis e tomates e e e e e a ver se o bicho foge de vez.
Beijos para as duas
hehehehehe!
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